Motivação

Consequências do Cigarro para o Fumante e para o Fumante passivo

As consequências do cigarro não aparecem tão rapidamente a ponto de você temê-las de imediato. Você pode ignorar o mal que o cigarro faz ao corpo e seguir fumando sem perceber que está se matando aos poucos. Infelizmente, é essa a grande verdade ignorada nos dias de hoje, principalmente pelos jovens, que estão começando este vício horrendo, que é o cigarro.

Com mais de 1,3 bilhões de tabagistas no mundo, os dependentes do tabaco são vítimas do próprio vício que muitas vezes encaram como “prazer” momentâneo ou alívio do stress do dia a dia. Mas é só lançar um olhar mais atento para perceber que fumar faz o maior estrago em seu organismo.

Além do mal absurdo que faz ao organismo, o cheiro é extremamente desagradável. Eu era fumante, (Se você fumante, no final do artigo eu falo de um spray bucal que me ajudou a deixar o vício), e um dos problemas que eu sentia era as pessoas se afastando de mim por causa do cheiro das minhas roupas. E o pior, o cheiro estava tão impregnado nas minhas roupas que eu nem mais sentia.

Nocivo a saúde

A OMS (Organização Mundial de Saúde) considera o fumo nocivo à saúde porque ele contem milhares de substâncias tóxicas. Já foram identificadas no fumo, além da nicotina, mais de 4.900 substâncias.

Conforme a quantidade do tabaco e a maneira de tragar o cigarro, inala-se em cada tragada em média, de 2.000 a 2.500 dessas substâncias. Em média traga-se 10 vezes um cigarro. Quem fuma um maço de cigarros por dia sofre, portanto, 200 impactos cerebrais de nicotina, totalizando 73.000 impactos por ano.

Nenhuma outra droga age com esse volume e intensidade, provocando os malefícios e lesando todos os órgãos do corpo.

Hoje, o tabagismo mata mais de três milhões de pessoas no mundo por ano com uma projeção estimada de óbitos em torno de dez milhões até o ano 2020, das quais sete milhões ocorrerão nos países em desenvolvimento, o tabagismo é considerado um problema de saúde pública, fazendo-se necessárias campanhas preventivas globais que esclareçam os malefícios do fumo.

A população precisa saber que o consumo de cigarros é a maior causa evitável de doenças e mortes em todo mundo. Mulheres, gestantes, crianças, homens: riscos diferenciados

Atenção especial para as Mulheres e tabagismo não combinam

Diante das considerações da Organização Mundial de Saúde, existem riscos específicos para a mulher, a gestante, a criança e os homens.

A menopausa precoce é mais frequente nas mulheres que fumam. E quando elas usam a pílula anticoncepcional e cigarro têm o risco aumentado de 500% de sofrer infarto do coração e acidente vascular cerebral. É perigosíssimo o tabagismo nas mulheres também aumenta o risco de contrair câncer do colo do útero e da mama.

Quando a mulher fuma durante a gravidez aumenta o risco de deslocamento precoce da placenta, de aborto prematuro, do bebê nascer com peso e altura inferiores ao normal, de mortalidade e de vir a morrer repentinamente nos primeiros meses de vida (morte súbita infantil). Podem também ocorrer defeitos congênitos.

Os filhos cujas mães fumam durante a gestação têm maiores riscos de prejuízos no desenvolvimento mental, traduzidos na idade escolar, por atraso notadamente da habilidade geral, compreensão à leitura e à matemática.

Os malefícios ao feto decorrentes do tabagismo nas gestantes são mais frequentes e acentuados nos países em desenvolvimento, nos quais o Brasil está inserido, devido às precárias condições de saúde e econômico-sociais da maioria das mulheres na população em geral. Já o risco para os homens, é a maior frequência de impotência sexual.

Tabagismo Passivo e o Fumante Passivo

Como se não fosse o suficiente fazer o mal para o nosso próprio corpo, muitas vezes, também levamos doenças para nossa família e pessoas queridas. E não pense que é apenas nós humanos que somos prejudicados com o tabagismo. Animais domésticos sofrem com poluição do cigarro, bem como a natureza como um todo.

Segundo especialistas, um fumante passivo pode chegar a consumir o equivalente a 10 cigarros por dia, dependendo da exposição a que sofre.

Tabagismo passivo infantil

A OMS considera o fumo o maior agente de poluição domestica ambiental, e infelizmente as crianças são mais prejudicadas. A convivência das crianças com a fumaça de cigarros transforma não fumantes em fumantes passivos, com percentual de 50% maior de infecções respiratórias nas crianças que vivem com mais de dois fumantes em casa.

Isso sem falar que as crianças, ao verem os adultos fumando, é provável que sejam influenciadas pelas ações dos adultos no futuro, e também se tornarem fumantes ativas.

A absorção da fumaça do cigarro por aqueles que convivem em ambientes fechados com fumantes causa.

Em adultos não-fumantes:

Maior risco de doença por causa do tabagismo, proporcionalmente ao tempo de exposição à fumaça;
Um risco 30% maior de câncer de pulmão e 24% maior de infarto do coração do que os não-fumantes que não se expõem.

Em crianças:

Maior frequência de resfriados e infecções do ouvido médio;
Risco maior de doenças respiratórias como pneumonia, bronquites e exacerbação da asma.

Em bebês:

  • Um risco 5 vezes maior de morrerem subitamente sem uma causa aparente (Síndrome da Morte Súbita Infantil);
  • Maior risco de doenças pulmonares até 1 ano de idade, proporcionalmente ao número de fumantes em casa.

Poluição Tabagística Ambiental (PTA)

Os dois componentes principais da Poluição Tabagística Ambiental (PTA) são a fumaça exalada pelo fumante (corrente primária) e a fumaça que sai da ponta do cigarro (corrente secundária). Sendo, esta última o principal componente da PTA, pois em 96% do tempo total da queima dos derivados do tabaco ela é formada. Porém, algumas substâncias, como nicotina, monóxido de carbono, amônia, benzeno, nitrosaminas e outros carcinógenos podem ser encontradas em quantidades mais elevadas. Isto porque não são filtradas e devido ao fato de que os cigarros queimam em baixa temperatura, tornando a combustão incompleta.

Em uma análise feita pelo INCA, em 1996, em cinco marcas de cigarros comercializados no Brasil, verificou-se níveis duas 2 vezes maiores de alcatrão, 4,5 vezes maiores de nicotina e 3,7 vezes maiores de monóxido de carbono na fumaça que sai da ponta do cigarro do que na fumaça exalada pelo fumante. Os níveis de amônia na corrente secundária chegaram a ser 791 vezes superior que na corrente primária. A amônia alcaliniza a fumaça do cigarro, contribuindo assim para uma maior absorção de nicotina pelos fumantes, tornando-os mais dependentes da droga e é, também, o principal componente irritante da fumaça do tabaco.

Fumantes passivos também sofrem os efeitos imediatos da poluição tabagística ambiental(PTA), tais como, irritação nos olhos, manifestações nasais, tosse, cefaléia, aumento de problemas alérgicos, principalmente das vias respiratórias e aumento dos problemas cardíacos, principalmente elevação da pressão arterial e angina (dor no peito). Outros efeitos a médio e longo prazo são a redução da capacidade funcional respiratória (o quanto o pulmão é capaz de exercer a sua função), aumento do risco de ter arterosclerose e aumento do número de infecções respiratórias em crianças.

Fumar é contra a natureza e ecologia

A cada 300 cigarros fumados corta-se 01 árvore. Um maço de cigarros fumado por dia representa uma árvore cortada a cada 15 dias.

Tabagismo causa ainda:

  • 200 mil mortes por ano no Brasil (23 pessoas por hora);
  • 25% das mortes causadas por doença coronariana – angina e infarto do miocárdio;
  • 45% das mortes causadas por doença coronariana na faixa etária abaixo dos 60 anos;
  • 45% das mortes por infarto agudo do miocárdio na faixa etária abaixo de 65 anos;
  • 85% das mortes causadas por bronquite e enfisema;
  • 90% dos casos de câncer no pulmão (entre os 10% restantes, 1/3 é de fumantes passivos);
  • 30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer (de boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo de útero);
  • 25% das doenças vasculares (entre elas, derrame cerebral).
  • impotência sexual no homem;
  • complicações na gravidez;
  • aneurismas arteriais;
  • aumenta o risco de desenvolvimento de cataratas;
  • úlcera do aparelho digestivo;
  • infecções respiratórias;
  • risco maior de AVC Hemorrágico;
  • trombose vascular.

 

Como eu parei de fumar usando spray bucal que eliminava a minha vontade de nicotina

Estou a 4 anos sem fumar e a liberdade de respirar e ser você mesmo é incrível! Essa é a principal lição que aprendi ao parar de fumar e acredito que se você já vence uma semana de abstinência sobre o vício, sabe bem sobre o que estou falando!

Eu acredito mesmo que você consiga perder o vício sem este spray. Mas minhas últimas tentativas foram frustrantes, e eu por nervosismo sempre voltava. Não sei se é este o seu caso. Mas se você quiser essa ajuda, dê uma olhada neste spray bucal que me ajudou a odiar os cigarros.

Sobre a autora

Patrícia Andrades

Patrícia Andrades

Olá, meu nome é Patrícia Andrades, adoro moda e trabalho em uma empresa como administradora. Nas horas vagas, gosto de escrever no meu blog!

Sempre tive muita dificuldade em perder peso desde criança. Quando aos 27, decidi dar a volta por cima e começar minha transformação. Hoje eu ajudo centenas de milhares de mulheres a atingirem mais qualidade de vida!

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